
Hoje através dessas palavras relembro uma longa e boa conversa que tive ontem...
Me lembro que a conversa começou quando falamos sobre inveja!
Logo ela, a inveja.
E então nos recordamos juntos que a inveja é um detalhe, e por sinal, simples detalhe perto do que somos, e diante dos nossos conceitos. E sinceramente, não acredito muito em inveja! Costumo dizer que acredito em mim, nas minhas forças e nas minhas crenças. Não sou melhor do que ninguém, mas tenho ideais de vida, fome e sede de felicidade. Como todo ser humano, claro! Mas há o que me faça perder a paciência, e o que eu mudaria nas pessoas se eu tivesse esse dom:
A fraqueza e o medo.
Posso ser intolerante demais ao pensar dessa maneira, mas não me entra na cabeça quando me deparo com pessoas fracas, mas eu digo fracas de não abraçar ideais, de se colocarem em situação de pena... fracas de espiritualidade, não de força.
Talvez eu tenha aprendido cedo demais que nessa vida não devemos temer a nada e ninguém. Sempre respeitando o espaço e opinião de cada um. Criei a armadura e defendo meus conceitos. Não defendo só o que eu acho certo, mas o que me convence! Adoro a verdade, mas se você for bem criativo e me contar uma boa mentira, ou uma verdade inventada, terá pontos comigo. Só não se faça de coitado e nem de vítima. Porque vítima, quando é inocente sai ilesa da situação, mas vítima quando tem culpa, perde a moral.
Mas ainda que as pessoas, ou até você, que lê agora esse texto, pensem que sou uma criatura insana, cheia de razão, hipócrita, que seja...
Sei que tenho defeitos... e estou muuuito longe de ser perfeita, mas se sei fazer uma coisa, e quando faço, faço bem, é acreditar em mim, lutar pelo que eu quero!
E sendo válido ou não, deixo aqui um conselho:
Todas as vezes que você tomar uma atitude, converse com a sua consciência e se pergunte se essa atitude foi boa ou ruim. Se ela for ruim, não se renda à ela. Faça com que se torne de seu controle e procure razões e certezas para que não caia em contradição nunca. Mesmo que seja necessário mentir, omitir, fazer cena...
Eu, diante de tantos erros, sempre procurei finalizar com acertos. Já menti, já inventei histórias que se tornaram tão reais a ponto de eu mesma acabar acreditando, já fiz cena, quase uma peça de teatro inteira, mas fui até o fim e não me rendi à fraqueza.
Por isso, quando falam sobre a minha vida, não me importo. Porque eu, melhor do que ninguém sei de mim, e sei por tudo o que eu já passei... sei que mentira por mentira, nunca prejudiquei ninguém, só fiz a justiça. Não agiria de uma forma ruim com alguém que me faz o bem.
Também não acredito que algumas pessoas sejam tão maldosas quanto parecem, porém, acredito na justiça feita quando existe ação mal-feita. Hoje não consigo me arrepender de atitudes imaturas e impulsivas, mas consigo analisar melhor o fato e não mais me importar, sem sentir angústia ou raiva. Já sofri por ter sido vítima, ou não de uma situação, e já vi o sofrimento de alguém em dobro, mas quem era certo e errado? Ninguém.
Mas não acho bonito dizer isso e não tenho inimigos. Muito pelo contrário, tenho lindos amigos, alguns até consequência de uma reviravolta na minha vida, e outros que já faziam parte do meu eu. Tenho família e só. Além disso mais nada.
Também não acredito que algumas pessoas sejam tão maldosas quanto parecem, porém, acredito na justiça feita quando existe ação mal-feita. Hoje não consigo me arrepender de atitudes imaturas e impulsivas, mas consigo analisar melhor o fato e não mais me importar, sem sentir angústia ou raiva. Já sofri por ter sido vítima, ou não de uma situação, e já vi o sofrimento de alguém em dobro, mas quem era certo e errado? Ninguém.
Mas não acho bonito dizer isso e não tenho inimigos. Muito pelo contrário, tenho lindos amigos, alguns até consequência de uma reviravolta na minha vida, e outros que já faziam parte do meu eu. Tenho família e só. Além disso mais nada.
E hoje vivo tranquila e com a consciência limpíssima.
Como disse meu companheiro, quem ficou, ficou porque é da nossa laia, é gente da gente! Foram poucos, porém muuuuitoos! Ficou quem defende a si, quem acredita em si. Ficou quem é criativo, quem vive de alegria e não quem vive da vida do outro. Ficou quem não sente vergonha, quem fala o que sente, seja a hora que for. Ficou quem faz a diferença.
E eu me sinto privilegiada. Porque os que foram, foram! E nada mais representam, se é que algum dia representaram. Mas foram e seguiram outros caminhos.
E eu desejo, ainda que pareça hipócrita, mas é de tanta sinceridade... que as pessoas possam ser felizes, cada qual com seu cada qual... e que possam como eu, aprender diante dos erros e finalizar com os acertos.
Não há certo nem errado. Há conceitos e ideais de vida.
[...]

